
A ACED condena o Estado português no caso da
extradição de alegados etarras para Espanha
A justiça e o Estado portugueses decidiram –
mal, segundo a nossa opinião – colaborar com o Estado espanhol ao
admitirem a extradição de dois suspeitos de terrorismo capturados em
território português. Esta é mais uma machadada no prestígio –
infelizmente já tão anémico – do sistema judicial português e é um sinal
negativo quando se discute a continuidade do trabalho do Tribunal
Europeu dos Direitos do Homem. Este não foi um serviço prestado a imagem
de uma Europa respeitadora dos Direitos Humanos, que é uma das
mais-valias concorrências e políticas a nível global.
Para os visados a perspectiva de tortura é
claríssima. A ACED lamenta-o e manifesta, mais uma vez, o seu desagrado
e condenação (cívica e política, evidentemente) da acção do Estado
português neste caso.
Ler Mais

Debate sobre o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos
A Amnistia Internacional quer tornar público
e apelar à participação das organizações não governamentais o debate
político que vai começar em torno do trabalho e das condições de
exercício das funções do TEDH. A ACED apoia essas intenções e apela à
maior participação possível de todos - trata-se de um assunto de grande
relevância e impacto na vida colectiva. Ler mais
AQUI
Associação de Solidariedade com Euskal Herria e a questão da tortura em Espanha
"Reafirmamos a nossa solidariedade com o povo basco e apelamos ao
Estado português para que recuse a extradição dos dois cidadãos bascos
para um Estado que tortura." Leia todo o comunicado
AQUI
A ACED tomou posição sobre
o caso de dois alegados etarras presos em Portugal: leia
AQUI
Os representantes do povo saharaui pedem tomadas de posição contra a tortura
contra presos políticos no Marrocos
URGENTE:
ACCIONES EN APOYO DE LOS SIETE ACTIVISTAS SAHARAUIS PRESOS.
ACTIONS EN FAVEUR DE LES SEPT MILITANTS SAHRAOUIS PRISONNIÈRES. ACTIONS
FOR THE SEVEN PRISONERS SAHRAWI ACTIVISTS
Transfieren a los siete activistas saharauis
a celdas de tortura en la prisión marroquí de Salé. Ler mais
AQUI
Sobre
a "ciência" institucional e a "utilidade" da tortura
Guatanamo não pode ser fechado porque se tal revelaria os crimes
"científicos" cometidos contra a Humanidade.
Esta é a tese de
Thierry Meyssan que
a apresenta num artigo que vale a pena ler.
AQUI
"Os
Verdes" levam a ACED à Assembleia da República
Através de uma pergunta no Parlamento,
por
iniciativa de "Os Verdes", é referida e nota-se alguma influência do
trabalho da ACED. Na sequência da alegada epidemia de suicídios em
Custóias, pergunta-se porque não há uma política de favorecimento de
regimes abertos. Ler
AQUI o
documento de "Os Verdes".
Os
regimes mais fechados – Regime de Monsanto, alas de segurança, e celas
disciplinares - são, evidentemente, desumanos e degradantes e deveriam
ser abolidos. Mas, de facto, não foi essa a mensagem que passou na
imprensa. Embora a ACED tenha vindo a insistir na ilegalidade dos dois
primeiros modos de encarceramento desde que eles foram banalizados pela
política de "justiça".
Consequências
catastróficas do proibicionismo tornam-se evidentes
Um problema global é a política proibicionista
contra a droga levada a cabo pela ONU, sob a tutela dos EUA, e com a
conivência de todos os Estados, cujos benefícios devem ser escrutinados para
se poder entender como foi possível chegar à situação descrita neste
artigo.
Leituras fundamentais para compreender o assunto
são Michael Woodiwiss (1988) Crime, Crusades and Corruption -
Prohibitions in the United States, 1900-1987, London, Piter Publisher
(pode ser encontrado na biblioteca do Instituto Universitário Europeu de
Florença), Michael Woodiwiss(2005) Gangster Capitalism: The United States
and the Global Rise of Organized Crime, Londres, Constable, que também
tem uma tradução brasileira (http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?alvo=autortitulo&pchave=Michael%20Woodiwiss%20Capitalismo%20Gangster&nf=1)
Contra a injustiça - Participe
A história do
julgamento do chamado motim de Caxias chegou à comunidade imigrante na
Holanda que reagiu, através de um grupo de pessoas junto do consulado
português, enviando um texto ao tribunal, em
português e em
ENGLISH/inglês.
ENVIE A SUA PRÓPRIA
VERSÃO DE INDIGNAÇÃO (utilizando estes textos ou outros) PARA O TRIBUNAL
e PARA A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA
oeiras.tc@tribunais.org.pt
fax:21 4411745
mailpgr@pgr.pt
Fax: 21 397 52 55
Mais informação
sobre o caso AQUI em baixo

Rede Europeia para a Defesa das
Liberdades
Civis contra planos de militarização social da UE
A ACED, na qualidade de membro da Rede Europeia para a Defesa das
Liberdades Civis, divulga uma declaração apelo contra os planos a ser
desenhados pela União Europeia no que toca a Segurança e Justiça, para
que todos e cada um possam tomar conhecimento, debater e assumir as
respectivas responsabilidades.
Ler
AQUI
e em Turn off Stockholm program

Contra a incapacidade de fazer justiça - Participe
Por altura da
realização da segunda audiência de julgamento, em que são arguidos 25
cidadãos acusados de se terem "amotinado", no Reduto Sul do Forte de
Caxias, em 23 de Março de 1996, a Associação Contra a Exclusão pelo
Desenvolvimento (ACED), associa-se à
CONCENTRAÇÃO
INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE COM OS 25 DE CAXIAS, a ter lugar dia
2 de Abril, a partir das 10 horas*, junto ao Tribunal Judicial da
Comarca de Oeiras (Bairro da Medrosa, Palácio da Justiça, Oeiras).
Ler
COMUNICADO DE IMPRENSA
Participação é possível:
AQUI
Contribuição para a caracterização da situação:
"CORTAR
OS TEXTÍCULOS AOS MINUTEIROS"
VIGÍLIA
EM FRENTE AO
ESTABELECIMENTO PRISIONAL DE MONSANTO
2 de Abril,
quinta-feira, 21.30h.
FIM AO TERROR; PELOS DIREITOS
HUMANOS!
"Desde que reabriu portas, o
Estabelecimento Prisional de Monsanto tem-se destacado por reiteradas
violações dos Direitos Humanos, (...)
Estas práticas deveriam
envergonhar o Estado português. Isto, se este fosse “pessoa de bem” – o
que, objectivamente, não é o caso. A nós envergonhar-nos-ia não
denunciar, sendo cúmplices pelo silêncio!"
ACED - Associação Contra a Exclusão pelo
Desenvolvimento
CMA-J - Colectivo Múmia Abu-Jamal
Contactos: António Alte Pinho (91 823 78 87)
Sem
Justiça não haverá Paz
Dia 17 de Janeiro de 2009 concentração contra a
brutalidade policial (16:00
rua 17 de Setembro no Casal da Boba).
mais
informações AQUI
declaração da
ACED AQUI
Declarações
sobre a esperança na Grécia (em inglês e em castelhano)
Chegaram-nos dois textos traduzido em inglês,
que aqui divulgamos: a) a
declaração fúnebre dos amigos do jovem de 15 anos morto pela polícia e
b) uma declaração de uma rede
europeia de artistas e intelectuais sobre a esperança e o silêncio
(temeroso e respeitoso) que a revolta Grega inspira
visão anarquista sobre a
insurreição
grega
ACED citada no julgamento do caso de
tortura praticado em Leonor Cipriano
O trabalho da ACED e o seu carácter foram
citados pela defesa doa arguidos no julgamento das queixas de tortura
produzidas em Leonor Ciprinao, mãe da menina Joana desaparecida no
Algarve.
A ACED reagiu em comunicado à comunicação
social Ver
AQUI.

Comité dos Direitos Humanos da ONU sobre
Espanha
A ONU apreciou o relatório de Direitos
Humanos produzido pelo Estado Espanhol. Fez as suas diligências e
respondeu com as suas preocupaçoes. Ler
AQUI
Lutas
nas prisões
na Europa
Greves de fome anunciadas para dia 3 de
Novembro de 2008 na Grécia: nas prisões gregas, anuncia-se na
internet, a situação é má e os presos estão em luta Ler mais
AQUI.
Na Bélgica Indimedia relata incidentes de
seis meses (Junho a Outubro
2008)
ACED
vai ser julgada
Na pessoa de Alte Pinho, a
ACED vai ser julgada num tribunal de 1ª instância (3ªsecção de Lisboa,
na Pinheiro Chagas), no dia 24 de Outubro de 2008, às 10:00. O Estado
não gostou da denúncia feita de um alegado suicídio de um jovem Marco
Santos acabado de entrar numa cela disciplinar. A família denunciou os
nomes de três guardas que tinham sido lançados por presos alegadamente
testemunhas da ocorrência e filmou o corpo, filme que foi transmitido
pelas televisões. Os serviços prisionais pediram ajuda ao Instituto de
Medicina Legal que, de imediato, confirmou o que se pretendia, apesar da
inconsistência dos dados da apressada autopsia. O que se viu no filme
não correspondia à versão oficial (que de resto não correspondia com ela
própria).
Instado a pronunciar-se
sobre esta vergonha, o parlamento português fez de Pilatos: ler mais "Estamos
fartos de mortes nas prisões" .
Vinga-se agora o governo -
através da acusação de um secretário de estado, na altura dos
acontecimentos director geral dos serviços prisionais - denunciando Alte
Pinho como denunciador. Ilibado do caso em que vem acusado juntamente
com o pai do Marco, deixou - e o tribunal aceitou - um detalhe qualquer
que lhes parece poderem usar para a sua vingança. Ler mais
AQUI.
Encontros e Conversas Alternativos sobre a Modernidade
- Outubro 2008
Programa
auditório do
Teatro
Independente de Oeiras,
organização programa
Rádio Vidas Alternativas

Dr. Marcos Aragão
Correia é advogado de acusação em defesa de Leonor Cipriano, vítima de
torturas
A Associação Contra a Exclusão pelo
Desenvolvimento (ACED) tem vindo a acompanhar o caso de Leonor Cipriano,
apoiando-a e ao Ministério Público na denúncia de situações de alegada
tortura de que teria sido alvo por parte de inspectores da Polícia
Judiciária, no âmbito da investigação do desaparecimento de sua filha
Joana Isabel Cipriano Guerreiro. Com satisfação informamos que Leonor
Cipriano constituiu seu legal mandatário um membro da ACED, um dos
juristas da associação, Dr. Marcos Aragão Correia. Ler mais
AQUI
ACED pede investigações sobre casos de tortura
O jurista da ACED Marcos Aragão Correia
tem verificado ser fácil recolher indícios de práticas de intimidação e
condicionamento de testemunhos da PJ junto da população e até junto de
arguidos e familiares de pessoas condenadas. A respeito do caso Joana,
menina desaparecida no Algarve, através da ACED, o jurista oferece muita
informação para reflexão e acção de investigação. Ler mais
AQUI

Campanha militarizada do Estado Norte Americano contra imigrantes
Na sequência de denuncias publicadas
sobre a existência de um programa de erradicação de imigrantes em
situação ilegal na América do Norte através da mobilização de militares,
formou-se um movimento para impor uma moratória ao programa
Ler mais
AQUI

ACED pede avaliação das campanhas policiais
Ficou claro para os Portugueses o uso
político-mediático da polícia contra o que entendam chamar bairros
problemáticos para safar da chicana política o governo. Fora da
declaração de estado de sítio, tal processo é inadmissível do ponto de
vista constitucional - todos somos iguais perante a lei - e do ponto de
vista da segurança dos cidadãos: queremos estar descansados e não
ter que apanhar com os ladrões e, a seguir, com os polícias que
não têm informações sobre o que andam a fazer: ler mais
AQUI

Para que servem as prisões?
Em Inglaterra, um chefe dos serviços
prisionais cunhou uma frase célebre: "As prisões são um modo muito caro
servem para tornar pessoas más em pessoas piores". No Irão (como noutras
partes do mundo, incluindo países ocidentais) servem também para, no
meio da confusão, da falta de informação, dos segredos de Estado, para
se liquidarem adversários, cf informa a
Amnistia International.
Despesas
em armamento são 191 vezes o valor dos alimentos
A FAO - organização
alimentar das Nações Unidas, divulga os seus cálculos e Frei Betto, aqui
numa versão castelhana, denuncia
AQUI que está
a chegar o tempo de comprara alimentos em boutiques de luxo.
Tortura
e corrupção em Madrid (Maio 2008)
Dezenas de polícias
foram detidos em Madrid por corrupção. Desde há anos o seu chefe tinha
sido denunciado por organizações contra a tortura, sem que as
autoridades tivesse encontrado motivos para parar tais práticas. leia
mais AQUI
Defensores
de direitos humanos (no campo da tortura) denunciam
A coordenadora para a
prevenção da tortura, de Espanha, denuncia os ataques que tentam
desmobilizar as actividades de denúncia da tortura em Espanha, na altura
em que o Estado espanhol institui a entidade nacional de prevenção da
tortura prevista no Protocolo Adicional da ONU.
AQUI
se pode ler o relatório de 40 páginas
Justiça para Joana e Madeleine
Lagos, 3 de Maio, sábado, 14:30
Hotel Tivoli Lagos
Os
esforços investidos na tortura para incriminar culpados não fazem justiça,
nem permitem concentrarmo-nos na compreensão do que sejam as causas do
desaparecimento de crianças
Insegurança
nas prisões portuguesas (I)
Greve de fome contra a injustiça na cadeia de
Monsanto
AQUI
e actualizada
AQUI e com denúncias de tortura
AQUI
Há quem arrisque perder a vida, para que a vida
que resta possa vir a fazer sentido!